Elvis Connection

 

     Esse show de 90 a 120 min é uma celebração da vida e música de Elvis, por aqueles que melhor o conheceram e que o amaram muito.  É um revival de sua grande música. Não é uma recriação passo-a-passo, ou nota-a-nota, nada disso. Não há imitadores de Elvis aqui.

     No entanto, há um envolvimento celestial com a platéia. Durante as pausas no show, os artistas colhem perguntas sobre Elvis. McDowell também oferece a alguns fãs selecionados a chance, única na vida, de subir ao palco e cantar uma canção de Elvis com os Jordanaires no backing vocal.

     McDowell e companhia geralmente apresentam as canções em ordem cronológica, traçando a música como se ela os conduzisse de Memphis para Nashville e daí então, para Nova York, Hollywood e Las Vegas. Entretanto, há variações de show para show.

     O programa começa com Ronnie Dean, filho de McDowell, no vapor de “Mystery Train” e conclui com “How Great Thou Art” e “King Creole”.

     McDowell faz sua entrada com “That´s All Right Mama”. Ao final da noite, ele terá adicionado seu próprio brilho à “Blue Moon Of Kentucky”, “Heartbreak Hotel” e “Don´t Be Cruel”,assim como a outros clássicos solicitados pela platéia.

     Para mudar o clima, ele pedirá aos fãs para imaginarem “como teria sido, se Elvis tivesse colocado sua voz marcante numa canção que o público já identificasse com outro artista”? O que teria acontecido, por exemplo, se Elvis tivesse gravado “Crazy” antes de Patsy Cline? E então, McDowell canta a música ao jeito de Elvis.

     McDowell é fortemente respeitado como um dos mais dinâmicos talentos no show business. Ele não trabalha somente para a audiência; ele se envolve pessoalmente com ela.

     A prova de sua força atrativa é o número crescente da audiência a cada uma de suas turnês. Vê-lo uma vez significa vê-lo de novo e ainda levar um amigo.

Roy Walker (Jordanaires), diz: “Elvis teria sentado na platéia para assistir Ronnie em qualquer dia da semana”.

     Claramente, o E Connection Show tem uma crescente e entusiasmada platéia.

O espetáculo vem com uma banda completa. Além de Scotty Moore (guitarra) e D. J. Fontana (bateria),  o grupo inclui outro baterista, outro guitarrista, um tecladista e um baixista.

     Em 2002, uma nova geração descobriu a magia de Elvis Presley através do JXL remix de seu single de 1968 “A Little Less Conversation”. A música tornou-se um sucesso mundial, alcançando e permanecendo em 1° lugar em vários países.

Agradecimentos, em parte, pelo interesse da RCA Records por esse revival de coleção, Elvis Presley: 30#1 Hits, que foi “multi platinum”  após dois meses de seu lançamento.

 

Sobre o Cast

     RONNIE MCDOWELL nunca encontrou Elvis; mas, amava tanto sua música, que a morte dele o inspirou a escrever e gravar “The King Is Gone”. A canção se tornou o lamento de uma geração inteira. Isso também fez de McDowell uma estrela. Embora sua voz comporte uma inexplicável semelhança  com a de Presley, McDowell se mantém musicalmente com estilo próprio. 

     Após seu triunfo com “The King Is Gone”, McDowell cortou sua connecção com Elvis para desenvolver uma distinta carreira na música country.

     NOTA: Ele tem mais de doze Top 10, Top 5 e 1ºs lugares.

     Entre eles:  “Older Women”, “You´re Going Ruin My Bad Reputation”, “Wandering Eyes”, “I Love You, I Love You, I Love You” e “Watching Girls Go By”.

     No processo, construiu uma imensa e tremendamente leal base de fãs. Todo ano, muitos de seus admiradores comparecem a vários de seus concertos e ainda, algumas poucas sortudas almas conseguem acompanhar todos os shows da temporada.

 

     Produtores de filmes sobre Elvis têm se voltado para McDowell uma, duas, várias vezes, por sua voz marcante. Era ele que você ouvia quando Kurt Russel “cantava” em Elvis (“Elvis Não Morreu” – no Brasil), produção de 1979 e em ELVIS, que o crítico Leonard Maltin chama de “uma das mais altas audiências alcançadas por um filme de TV”. Era ele, de novo, no filme “Elvis e Eu”, de 1988, além da trilha de  “Elvis e a Rainha da Beleza”.

     Dick Clark, que introcuziu McDowell no American Bandstand, escolheu-o pessoalmente para cantar a parte de Presley  na série para a TV, ELVIS, em 1990. Como se fosse um desenho num rico background, McDowell apresenta as canções de Elvis com uma compreensão e  autoridade incomparáveis.

 

     Os JORADANAIRES  encontraram Elvis pela primeira vez em 1954, logo após ele ter deixado a Sun Records para seguir com a RCA. Ele era então um grande fã dos Gospels cantados por eles, e perguntou se gravariam, quando fosse para a gravadora grande. Eles concordaram e continuaram a gravar e a viajar com ele desde a sua assinatura com a RCA, até 1970.

Também trabalharam com ele nos filmes LOVING YOU (A Garota Que Eu Amo – no Brasil), JAILHOUSE ROCK (Prisioneiro do Rock´n´Roll), KING CREOLE(Balada Sangrenta) e G. I. BLUES (Saudades De Um Pracinha). “Elvis teria amado Ronnie até a morte”, diz o Jordanaire Roy Walker. “Eles teriam sido grandes amigos  - e quero dizer amigos de verdade”,completa.

 

     SCOOTY MOORE (guitarrista) e D. J. FONTANA (baterista), estavam com Elvis desde o início. Moore, de fato, foi seu primeiro empresário, bem antes do Cel. Tom Parker chegar. Toda a guitarra inventiva que você ouvia na trajetória de Elvis – fazendo singles(como o intrigante e propulsor dedilhado em “Mistery Train”, vinha da profunda imaginação de Scotty Moore.

Em reconhecimento ao seu grande talento e  inventiva, o Rock & Roll Hall Of Fame  (Galeria da Fama do Rock& Roll), incluiu Moore na categoria “ Primeira Classe – como Homem de Apoio”.

 

     D. J. FONTANA se juntou a Moore e aos outros membros da banda de Elvis em 1954 e permaneceu até 1968. FONTANA tocou em mais de 460 das gravações do Rei na RCA.

 

     MILLIE KIRKHAM – Aquela voz alta (soprano), que você ouve em clássicos tais como: “Blue Christmas” e “My Wish Come True”. Uma das vocalistas favoritas de Elvis. Começou cantando em sessões de gravações com os Jordanaires bem antes de formarem o time com o “rapaz vindo de Memphis”. 

McDowel diz: “Ela fuma como um trem, mas alcança aquelas notas altas como se fosse um anjo”.

 

Thereza Castelo

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